25 outubro 2008

Azul indigo

Há uma estranha melancolia depois de me abeirar deste mar...
Aqui onde a solidão por vezes se torna pesada
Todos os pensamentos - a todo o instante - correm velozes naquela direcção…
Se algo perdi ou se ainda nada ganhei
De ti apenas sei o nome
O rosto vedado
E corpo incerto
E a saudade - essa imensa tortura – do que há-de vir
De te vêr sem nunca ter poisado os olhos nos teus
Sem nunca ter tocado tua mão e dizer-te…
Nem me ter deitado…

… envoltos num qualquer lençol de linho azul indigo...
Acorda bem, meu amor poético…





Page copy protected against web site content infringement by Copyscape

1 comentário:

Nina disse...
Este comentário foi removido por um administrador do blogue.