01 agosto 2008

Uma folha em branco

(Abre-me as portas do teu ser…)

Passas diante de mim como num filme mudo

E permaneces

Sentada e a sorrir

Sempre a sorrir…

Sem nada a dizer

Nem nada para fazer.

Abre-me as portas do teu ser

Deixa que em ti entre e te inunde…

De par em par

Abre-me as portas do teu ser

E fecha os olhos de seguida

Cerra os olhos… sente-me…!

Deixa que me afogue nas águas tranquilas

E profundas e azuis

Deixa que me abra igualmente…

Banha-te nos meus braços

… na essência do meu ser.




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