08 julho 2008

Da espuma dos dias…




Do vento
da espuma húmida das marés
salpicos de sal cobrem-me o corpo semi-nu
em ósculos de inusitado prazer.


Do frenesim conturbado das ondas
a nordestina brisa da tarde
ameaçando-me de inesperadas ternuras
fala-me de ti
numa embriaguez de te acolher neste mar.


Sendo meu só, ofereço-to abundante do incerto devir…
Deste mar incauto
guardo-te o sal
as mãos…
… e um beijo!



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