27 maio 2008

Deixa-me permanecer…



Deixa-me permanecer aí
E percorrer-te de mão abertas e disponíveis.
Deixa que solte palavras mudas de meus dedos ansiosos
E em gritos surdos me agite
Na aurora do sonho em que me embalo.


Envolvido em tua leve respiração
Eu respire de ti
Na fusão desse ser que me atrai e confunde…


(Na berma da estrada
aguardo que um anjo me conduza à essência do meu ser)

Page copy protected against web site content infringement by Copyscape

Sem comentários: