14 maio 2008

Ao partir




Vou-me, pois faz-se tarde…
Vou-me com a esperança
E as manhãs que
Os espaços habitam
Na ternura deste momento…
Vou-me sem a glória,
Mas com estes dedos
E os ocasos
Onde tudo tomou sentido
E saudade…
Vou-me em espera,
Mas de pé..


(Laura Isabel in “Para Lá do Rosto, Poemas”, Metanoia - Porto, Maio 1983)


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